
Dentre todo esse tempo
sempre foi você
Em todos os momentos
da noite até o amanhecer
Nas noites tristes
nos dias de felicidade
Tu ainda persistes
em se esconder da verdade
Sempre foi você
dos sonhos sem face
No sol a se esconder
nos detalhes que disfarce
Nas estrelas a brilhar
em minhas lágrimas
No brilho de meu olhar
dentre as minhas lástimas
Sempre foi você
no meu corpo nú
Dentre a chuva a padecer
sempre foste tu
Nos momentos de aflição
nos sorrisos mais singelos
Ao aperto do coração
entre os dias mais belos
Sempre foi você
do inverno à primavera
Nos campos a se esconder
na manhã mais singela
Nos pássaros a cantar
na solidão
Na lua a brilhar
no palpitar de meu coração
Sempre foi você
e mais ninguém
Como pude me esquecer
me iludindo em outro alguém!
By: Bruna Barbosa
Belo texto! Fez-me viajar por diferentes sensações, desde uma aflição de tortura até uma saudade boa de paixão.
ResponderExcluirParabéns, Bruna!
Atenciosamente,
Marcos Alexandre
Olá Bruna, td bem? Passei aqui pelo seu blog, não pude me conter em ler as poesias que aqui se encontram. Adorei a temática de seus poemas, pois vc tem a capacidade de flexibilidade quanto ao sentimento do eu-lírico, tão raro em poetas pós modernos. Percebi uma pitadinha de Trovadorismo, de Arcadismo, do Renascimento (de uma forma diferencial daquele da "Idade Média", digamos com um toque mais particular e especial, além de encontrar um neogoticismo e o grotesco. Esse, em especial, é um misto de angústia com uma lembrança agradável. Adorei as temáticas, os textos. Continue, você tem muito tom para isso.
ResponderExcluirParabéns!!!
João Henrique Bonini do Nascimento
oi coração
ResponderExcluirqtu tempo minina
ve se me liga pra gnt se ver
adorei o blog viu nom sabia q vc escrevia taum bem este estara entre meus favoritos
bjões